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Marcos Avelino Martins

Erotique 4

29º livro de Poesia publicado pelo autor no Clube de Autores, juntando-se a: 1. OS OCEANOS ENTRE NÓS 2. PÁSSARO APEDREJADO 3. CABRÁLIA 4. NUNCA TE VI, MAS NUNCA TE ESQUECI 5. SOB O OLHAR DE NETUNO 6. O TEMPO QUE SE FOI DE REPENTE 7. MEMÓRIAS DE UM FUTURO ESQUECIDO 8. ATÉ A ÚLTIMA GOTA DE SANGUE 9. EROTIQUE 10. NÃO ME LEMBREI DE ESQUECER DE VOCÊ 11. ATÉ QUE A ÚLTIMA ESTRELA SE APAGUE 12. EROTIQUE 2 13. A CHUVA QUE A NOITE NÃO VIU 14. A IMENSIDÃO DE SUA AUSÊNCIA 15. SIMÉTRICAS — 200 SONETOS (OU COISA PARECIDA) DE AMOR (OU COISA PARECIDA”) 16. AS VEREDAS ONDE O MEU OLHAR SE PERDEU 17. A MAGIA QUE SE DESFEZ NA NOITE 18. QUAL É O SEGREDO PARA VIVER SEM VOCÊ? 19. OS TRAÇOS DE VOCÊ 20. STRADIVARIUS 21. OS SEGREDOS QUE ESCONDES NO OLHAR 22. ATÉ SECAREM AS ÚLTIMAS LÁGRIMAS 23. EROTIQUE 3 24. OS POEMAS QUE JAMAIS ESCREVI 25. TUA AUSÊNCIA, QUE ME DÓI TANTO 26. OS DRAGÕES QUE NOS SEPARAM 27. O VENTO QUE NA JANELA SOPRAVA 28. A NOITE QUE NUNCA MAIS TERMINOU À disposição no Clube de Autores e na Amazon, em versão impressa ou digital. Nos 50 poemas deste livro, o autor envereda, como em “EROTIQUE”, “EROTIQUE 2” e “EROTIQUE 3”, pela vereda da sedução, magia e paixões inesquecíveis, em textos profundamente sensuais e eróticos, mas ao mesmo tempo líricos e apaixonados, emprestando às situações eróticas um clima de alcova profundamente poético, romântico e envolvente, fazendo com que o leitor torça pelos personagens, para que sua paixão se desenvolva e tenha um final feliz, o que nem sempre acontece. Como na vida real! E tudo isto usando e abusando de rimas fortes e ousadas, preciosas e surpreendentes, em seu peculiar estilo poético que emociona e enleva leitores de qualquer idade. Leitura imprescindível para os amantes da Poesia. Algumas amostras: “A primeira vez em que te vi, / Naquele sábado, ouvi trovões ribombando, / Quando nos apresentaram, um arrepio me percorreu, / Senti coisas que nunca antes senti” “Nosso ardor deixa pasmo / O dragão que passeia no luar, / E mais e mais me entusiasmo, / Até nos transbordarmos no mar…” “Provocas-me êxtases incríveis, / Quando nos amamos sem pressa, / Nesses momentos inesquecíveis / Em que o amor que te dou a mim regressa…” “Teus dardos doces me penetram, / Insuflando o sangue de minhas veias, / Meigos fardos que me compenetram / Na paixão exangue de tuas luas cheias!” “Mas o despertar foi tão esquálido, / E aquele sonho que era tão cálido / Desvaneceu-se de maneira trágica, / E nossa paixão nunca mais foi tão mágica!” “Desejo tua carne tépida, / Intrépida, / Vivida, / Oferecida… / Desejo tua carne mágica, / Trágica, / Macia, / Vadia…” “Por que você não enxerga / Esse meu olhar cheio de Poesia / Desde a primeira vez que a viu? / Por que você não se verga / A essa minha mais louca fantasia / Mergulhada em seus olhos cor de anil?” “Entre beijos e carícias ousadas, / Faça-me esquecer de sua ausência, / E deixemos pela cama, espalhadas, / As marcas de nossa indecência!” “Quando seu desejo aumentar, beije-me com ardor, / Recite meus poemas com seu jeito artístico, / Juntemos para todo o sempre as nossas sinas, / Enquanto singro eternamente por seus olhos infinitos…” “E nessa noite bendita, matamos a saudade, / Não perguntas onde estive em todos esses meses, / Mas sem perguntares, eu te revelo a verdade, / Que longe de teus braços, morri tantas vezes…” “Puxou-me pela mão e me levou para dentro, / E, sem nem me perguntar onde andei, / Largou suas roupas na mesa do centro, / E jogou-me no sofá onde tanto a beijei…” “E te reconhecerás em meus versos, / E saberás o tamanho do meu amor, / E com teus olhos nos meus imersos / Talvez me beijes então com furor?” “Enrole-se comigo por debaixo do lençol, / E faça-se de surpresa quando eu beijar / Essa fogueira que queima como um sol, / E me deliciar com seu néctar, até você gritar!” “Desde que provei o teu sabor / Nunca mais consegui te esquecer / E os poucos dias que fico sem teu amor / Dá vontade de dormir até te rever” “A tua ausência me devasta / E uma vida toda não basta / Para te esquecer por completo / Pois virei para sempre incompleto / Sem os teus beijos cálidos / Nesses verões tão esquálidos / Com essas noites tão quentes / Mergulhado nesses lábios ardentes / Que me falavam de amor” “Levantei seu vestido, e fui direto ao ponto, / E meus dedos de repente ficaram encharcados, / Não havia bebido nada, mas estava tonto, / E como por encanto, ficamos ali atracados!” “Sem usar de nenhum subterfúgio, / Vou te convidar para ir a um refúgio, / E comigo passar uma semana / Ou quem sabe duas, / Numa tentativa insana / De finalmente ver tuas costas nuas, / Desarmadas, / Oferecidas, / Entre riachos de águas correntes / E geladas, / Talvez enfim te decidas / A dar-me beijos ardentes, / Tórridos, incandescentes, / E depois de nos beijarmos, / Liberar-me o teu corpo lindo, / Infindo, / E por horas nos amarmos, / Enquanto a tarde desce / E o teu desejo cresce, / Talvez / Na primeira vez / Em que assim me encantas, / Entre outras tantas, / E em que por horas a fio / Eu vença esse teu desafio, / Entre corpos quentes / E beijos indecentes, / E talvez, quem sabe, / Essa paixão nunca se acabe…” “Mergulhe de cabeça em meu mundo, / Aproveite de mim cada segundo, / Tire pelo caminho toda a roupa, / E desse trabalho vê se me poupa!” “As ondas de teus beijos me levam, / Indo e vindo com tuas ondas cálidas, / Os teus suspiros de paixão me enlevam, / Emerges apaixonada de tuas crisálidas…” “Acho que um de nós dois se descuidou, / Pois juramos amor e fizemos um pacto, / Mas aquele amor onírico se evaporou, / Embora meu desejo por ti continue intacto!” “Tanta volúpia e paixão que viveram / Ninguém conseguia entendê-las, / Até que de tanto amor morreram / E foram se amar entre as estrelas…” “Então, de repente você some, / E por um tempo não dá nenhum sinal, / Trata-me com um desprezo sem nome, / Como se eu lhe tivesse feito algum mal…” “Há muito teu olhar me implora / Que apague este teu fogo / Por muito mais de uma hora / Num erótico jogo, / Numa cama imensa, / Emoldurada por um espelho, / Que reflita nessa noite intensa / Ao tirares teu vestido vermelho!” “Com teus beijos me recebes, / Beijos cálidos, incandescentes, / E na mesma garrafa em que bebes, / Minha boca deposita lábios ardentes…” “Nossos corpos trocam fagulhas, / Em nossas bocas fulguram centelhas, / Nossos sexos trocam borbulhas, / Murmuras doidices em minhas orelhas!” “Por que você não se atreve / A me surpreender com seu beijo mais doce? / Por que você não me descreve / O seu amor, mesmo se amor não fosse?” “Que achas de juntarmos as camas / Por uma noite ou por vários anos, / E tirarmos juntos nossos pijamas / E me derramar em teus oceanos?” “Enquanto nós dois nos atracamos na cama, / O mundo lá fora fica doido e desiste, / Terroristas se explodem, em mais um drama, / E a madrugada avermelhada a tudo assiste…” “E, no dia seguinte, enquanto você me olha, / Como se não me conhecesse, / Saberei que seu sexo se molha, / Como se seu corpo ainda fervesse…” “Quando as brumas mágicas se desvanecem, / Teu sonho se desliga de minha mente, / Mas tuas loucuras em mim permanecem, / Pois como esquecer o teu desejo latente?” “E apaixonadamente me perco / Entre os imensos segredos / Que moram no fundo do teu mar, / E me entrego ao teu cerco, / Enquanto te exploram meus dedos, / Arrancando suspiros de teu luar!” “E agora que você está em meu quarto, / Prestes a se livrar de sua roupa, / Eu me belisco, para ver se estou a sonhar, / Mas não, você está aqui, já nua e linda, / Ansiando por cair afinal em meus braços, / E ficar por toda a noite, ou para sempre… / Que filme mesmo estava passando? / Nem vi o cartaz, de tão embevecido, / E não poderei contar em minhas memórias, / Sobre a noite em que não assisti / A um filme lindo com você…” “Quando nossos corpos se tocam, / Faíscas brotam em pleno ar, / Relâmpagos se chocam / Tempestades eróticas a brotar!” “Pois como esquecer de sua boca incrível, / Que distribuía beijos e labaredas, / Naquela cama imensa e memorável? / Como olvidar aquela noite inesquecível, / Que passamos entre lençóis e sedas, / E que marcou o início desse amor imensurável?” “Quando me olhas com esse olhar explosivo, / Onde se escondem inteiros universos, / Tornas meu coração cada vez mais vivo / E dás fragrância aos meus versos…” “E agora, o que vamos fazer? / Como poderemos nos esquecer / Daquelas noites de loucura, / De sexo tântrico sem frescura?” “Esse teu adormecido vulcão precioso / Aguarda minha vinda para entrar no clima / E fazer jorrar o seu néctar caudaloso / Que me convida a navegar rio acima” “Vejo em teu olhar luminoso / Tudo o que esperava de alguém / Promessas de sexo escandaloso / O que de melhor a vida tem?” “Por que você não me beija agora, / Mesmo que depois dê o fora? / Por que você não sai dessa caixa / E em meu desejo se encaixa? / Por que você não me tortura / Com a visão de seu corpo sem censura? / Por que você minhas mãos não espalha / Debaixo de seu vestido de malha?” “Pela noite a dentro, / O espelho se escandalizará, / Tentando focalizar em vão / Teu corpo no qual me concentro, / Revelando segredos que a noite guardará, / Nas roupas espalhadas pelo chão…” “E, quando acordei, de mim já tomara conta, / Invadindo sem dó meus sonhos mais loucos, / Em seus oceanos, mergulhei de ponta, / E virei escravo de teus beijos e gritos roucos, / Desbravando junto de você nossas ilusões, / Decorando de seu corpo cada pedaço, / Rolando com você sobre imensos colchões, / Até que a noite nos vencesse por cansaço!” “Ando esperando que me dês um sorriso, / E depois que percas o juízo, / E me convides para uma viagem! / Não me importa o lugar, e daí? / Em Salvador, no Caribe ou no Havaí, / Desde que seja em alta voltagem!” “Essa seiva branca que escorre / Pelos cantos de tua boca carmim / Será a lembrança que jamais morre / Cada vez que te lembrares de mim” “Ela sorriu, e me abraçou e beijou tão forte, / Com aquela volúpia que não há quem suporte, / E foi naquela noite que nos amamos pela primeira vez, / E me embriaguei com a sua incrível nudez, / Aquele corpo que não há palavras para descrever, / Tão entregue a mim, que ainda não posso crer” “Pois na única vez em que nos vimos, / Como poderia algum dia esquecer, / Da voracidade com que nos despimos, / E depois fizemos amor até o amanhecer?” “Invadi o teu castelo de cartas, / Antes que elas desabassem, / Derrubando tuas defesas fartas / Antes que teus olhos me congelassem!” “Vamos juntos cavalgando as estrelas, / Em voos rasantes pelas madrugadas, / Deixando assuntos pendentes para revê-las / Nos instantes em que as luzes estão apagadas!” “Foi por uma noite somente / O pouco amor que me deste / Mas que lembrarei eternamente / Enquanto vida me reste” “Antes que teu beijo me deflagre / Algo parecido com um milagre, / Estava aqui, quase em penúria, / Até me arrebatares com tua fúria! / Então, fui aprisionado em teu vórtex, / Que me sugou paixão até o córtex, / E, por um momento sublime, / Formamos um coeso time!” “Where are thou / Other half of me? / The memory of you / Surrounds me / And so it always will be!”
41 printed pages
Original publication
2019

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